29 abril, 2008

my friends.....

Conversa com um amigo:

ele: ... essa noite não dormi. de tanto nervoso.
conversa vai, conversa vem....
ele: essa noite eu tive um sonho horrível, tão real, queria acordar do sonho mas não conseguia.
mais conversa vai, mais conversa vem...
ele: ... mas tô tão nervoso que não dormi essa noite.


**********

25 abril, 2008

pequenas coisas.....

Ainda fico lembrando do Bazar do Abadia... e que eu perdi essa ...
vi gente comprando TV de plasma por 200 pilas... até eu poderia comprar...

**********

Sem falar que assisto toda semana a Tila Tequilla em A Shot at Love.
Depois de assistir e sempre ficar chocado com a Vivienne Vyle.
(Que loca loca loca essa Viv... às vezes me pergunto se esse programa é uma critica ao programa da Oprah!)

**********



Se o hotel Buj al Arab, em Dubai, já me dava vertigem (mesmo sendo 7 estrelas, tendo torneiras de ouro 24 quilates e quartos com três suítes), fico imaginando como me sentiria estando no último andar do novo hotel que será o edifício mais alto do mundo. Também em Dubai.



**********

Anotações:
. site para fazer toques musicais:
http://audiko.net
. capas de discos imperdíveis:
http://blog.deepsound.net/?2005/03/20/38-pochettes-de-disques

24 abril, 2008

das model.....



Um desenho feito por mim.
Grafite sobre canson.

treme-treme.....

Sobre o terremoto em SP, vi na TV uma pessoa dizendo hoje (um dia após o acontecimento), sobre o que aconteceu:
"Eu estava viajando na época."!!!

**********

Estou com saudades de Heroes.
Ansioso pela continuação da 2a. temporada.

20 abril, 2008

manchas.....



Os erros do passado ganham moldura.
O presente inconstante escorre pelas mãos.

Parafraseando a melhor música do Third, Portishead, "é preciso estar atento à regra dos três". (Silence).

12 abril, 2008

sonho.....

Sonhei que Portugal estava preparando uma viagem ao espaço.
Isso iria surpreender o mundo todo, chegando a causar um Holocausto mundial.

Ao mesmo tempo, via um para-quedas de brinquedo, com um Falcon com roupas de guerra, que se desprendia dele e caia no terreno que existia atrás da minha casa quando era criança.

11 abril, 2008

Fragmento fictício.....

Restavam apenas os dois no elevador. Vigésimo sétimo andar.
Ele de casaco cinza desbotado e ele com meias verdes.
Sua pele de póros quadriculados impediam uma visibilidade maior de seu ser interior.
Formavam minimoldurinhas, zilhões delas, sabe?
Sem aviso, ele se transfigura em éter e sufoca-o.
Sem pânico.
Vigésimo oitavo, nono, décimo, vazio...
O fim da torre também significava, a esta altura, o escorregão para o início da escalada mecanizada numa caixa metálica.
É, assim mesmo, como num conto de Borges.
Porém, sem cinzas, sem fênix, sem ritual, só o constante recomeçar.
Nu e cru.

01 abril, 2008

para Saramago ...

Enquanto se iludiam que saíam da caverna, na verdade, entravam numa simulação muito mais perfeita daquela mesma caverna, afastando-se cada vez mais da saída.


fragmento de “A tentação de Santo Antão”
H. Bosch, 1490