14 maio, 2008

momento fotoblog.....

Final de domingo nipônico, na festa de comemoração da Imigração Japonesa.



Depois de duas doses de saquê do bom, pude registrar manifestações de antepassados samurais de passagem... passagem rápida, diga-se de passagem!


12 maio, 2008

Robyn.....

Olha a banda: dois bateristas e um tecladista, usando cabeças de Urso.
Imperdível.

05 maio, 2008

Barroco.....

Há dois dias ouço pela TV os programas da madrugada da Cultura FM.
É tão confortável quanto as histórias antes de dormir da infância. Só que num nível mais abstrato, claro.
O meu programa preferido é o "BANCHETTO MUSICALE - O instrumental barroco".

E é tão bom dormir embalado por peças barrocas extremamente afetadas (leia-se plenas de afeto), contrastando com o 'hoje' banalizado, sem valor.

Um efeito mais imediato desse hábito recente é que ontem sentei ao piano, e, com os dedos meio enferrujados pelo desuso neste instrumento, compus uma peça.

Falando nisso, e pra não deixar o ar de que eu rompi totalmente com a minha contemporaneidade (só uns 98%, tá!), vou listar meus últimos hits no mp3:

1. Giuseppe TARTINI - Conceto em sol maior
2. Peter, Bjorn e John - Young folks
3. Chemical Brothers + Magic Numbers - Close your eyes
4. Portishead - Silence
5. J. S. Bach - suite for solo Cello no. 1.
6. Philipp Glass - Koyaanisqatsi
7. Royksöpp - Remember me

Violência S.A......

Acabei de assistir na Cultura o documentário "Violência S.A", escrito e dirigido por Eduardo Benaim, Jorge Saad Jafet e Newton Cannito.
Para quem tem síndrome de pânico, é adrenalina pura. (Eu passei mal, de verdade).
Citando sutilmente Hitchcock, e passando por um arquiteto que projeta "quartos do pânico", que inclusive participou de diversas Casa/Cor, te deixa com muito nojo.
E quando você está quase vomitando mesmo (caso seja mais resistente e aguente assistir tudo), o documentário termina com o depoimento de um médico que mora na rocinha. Que faz valer a pena ter assistido até o final. Que reconforta e tira o peso forte do documentário.
Para quem segue o caminho do bem, é claro.

"Aos poucos e com sutileza o filme revela ao público o funcionamento do ciclo de violência brasileiro, fenômeno reconhecido por pesquisadores do tema, estudados e pré-entrevistados durante o processo de elaboração do roteiro e produção do filme. Atos de violência, reproduzidos pela mídia, propagam uma cultura de medo que serve de justificativa para o apartheid social. Esse apartheid, por sua vez, se materializa no consumo de produtos do mercado de segurança privada, aumentando ainda mais a segregação e a violência. É uma lógica perversa: cada carro blindado adquirido, cada produto de segurança consumido ajuda a realimentar o ciclo da violência brasileira. Vem dessa contradição o efeito que o filme desperta no público. "
(ler texto na íntegra)

01 maio, 2008

memorabilia Cambalacho.....

Quer coisa mais hilária que esse trecho memorabilia?
Se bem que me fez pensar que na época que passou a novela Cambalacho, por ser muito novinho, não reparava na precariedade estética da decoração do cenário. Ou será que isso era chique na época??




E o que é esse "video-clipe" da Tina Pepper?
Até Caetano Veloso dá o ar da graça...





Mas não posso deixar de listar o clip "Flashing lights", do Kanye West.
Não é de assustar???
O que pensar? Está no limite do politicamente polido...